A Levi’s gerou 4% da sua receita através do ecommerce em 2018, incluindo websites internacionais e websites para as suas marcas Dockers, de acordo com um documento arquivado na Securities and Exchange Commission junto com a IPO recentemente publicada pela empresa têxtil.  De acordo com o portal Internet Retailer, essa quota de mercado é equivalente a 223 milhões de dólares dos 5.580 milhões de dólares em receitas totais.

As vendas de e-commerce foram inferiores às de outros canais de vendas B2C, como a faturação através das lojas da empresa, que representou 26% da receita. No entanto, 65% da receita da marca de roupas vem dos canais por ataco, e a empresa planeia expandir as parcerias com o mercado abastecedor no futuro.

Isso inclui por ataco na Amazon, onde a marca tem uma montra com a marca Levi’s que oferece aos compradores uma experiência semelhante à dos próprios sites da empresa. Também está a expandir parcerias armazenistas com marcas premium, como a Nordstrom e a Bloomingdale’s, propriedade da Macy’s, para oferecer mais inventário e diferentes estilos aos compradores de topo, de acordo com o documento.

As receitas de ecommerce aumentaram 18% em 2018, contra 22% em 2017. A marca opera com 43 websites e atraiu 180 milhões de visitantes no ano passado. A Levi’s também está a desenvolver novas melhorias no ecommerce. Um exemplo anterior é o bot «Ask Indigo» que usou IA para ajudar os compradores a encontrar o estilo e o ajuste certos. A Levi’s também oferece uma opção de personalização online que anteriormente só estava disponível nas lojas. Isso ajudará a marca a reduzir a dependência do canal físico no seu canal direto ao consumidor.

 

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