O telemóvel está a tornar-se cada vez mais poderoso no comércio electrónico e tornou-se, nos últimos anos, a principal porta de entrada para este mundo.
O comércio electrónico tornou-se gradualmente o método de compra preferido dos consumidores, especialmente entre os mais jovens. Os Millennials são líderes nas compras por este meio. Em 2020, esta tendência continuará a crescer, e levará a um maior número de utilizadores leais.

As 10 principais tendências do comércio electrónico em 2020:

  1. Pagamentos móveis: Os pagamentos tornaram-se um campo de trabalho essencial, um dos mais relevantes e com maior impacto no mercado electrónico. A evolução dos pagamentos móveis melhorou a conversão das lojas online mais exigentes, aquelas que investiram na profissionalização de uma fase fundamental do processo de compra.
    Fidelização: Importância de colocar o cliente no centro para enfrentar adequadamente e com sucesso o processo de fidelização. A relação entre as marcas e os clientes está em constante evolução. Eles exigem mudanças e estratégias que vão além do preço.
  2. Voice Commerce: As buscas por voz são uma realidade. Podemos realizar ações através de ordens diretas e podemos receber informações. A questão é quanto tempo vamos precisar para adaptar este sistema a novos sectores e habituarmo-nos a obter o que precisamos em cada momento utilizando apenas a nossa voz, sem necessidade de tocar no ecrã. Um estudo do Instituto de Pesquisa Capgemini mostra que os consumidores preferem cada vez mais interagir com assistentes virtuais do que com seres humanos, especialmente quando se trata de perguntar sobre produtos, obter informações sobre novos serviços ou acompanhar as suas encomendas.
  3. Chatbots: Os avanços na Inteligência Artificial vão revolucionar os chatbots, que já estão estabelecidos no mercado online e começarão a consolidar posições a partir de 2020, especialmente na área de atendimento ao cliente. Desta forma, os clientes poderão desfrutar de um processo de compra orientado, sem esperar, com sugestões e ofertas personalizadas.
    Hiper-personalização de produtos: Um esforço que pode aumentar as suas vendas, melhorar a experiência do cliente, encorajar o envolvimento e assegurar a lealdade do cliente. Criatividade, originalidade, customização, venda e criação de links que os utilizadores reproduzem nas suas redes sociais.
  4. Realidade virtual ou realidade aumentada: vitrines, provadores, experiências de compras em lojas virtuais. Os usos da realidade aumentada ainda estão começando a ser distinguidos. Do campo dos videojogos deu-se o salto para a publicidade, e agora é o momento de ver o quanto pode ser valioso para os utilizadores que compram online, mas também em lojas físicas.
  5. Inteligência Artificial e Machine Learning: A Inteligência Artificial no Comércio Electrónico chegou a muitas empresas para chegar à frente dos seus concorrentes. Estamos a enfrentar um mercado em rápido crescimento com aplicações cada vez mais interessantes dentro do mercado digital. Tecnologias capazes de otimizar as compras pela Internet, enriquecendo a experiência do cliente e processando uma enorme quantidade de dados. Máquinas capazes de comportamento de inteligência humana e de tomada de decisões.
  6. Social Commerce: No mercado de compras online, o telemóvel está a ganhar quota de mercado. É por isso que é um dos dispositivos preferidos para o comércio electrónico, pois permite pesquisar informação, fazer compras e pagar, com maior segurança, a partir de qualquer lugar e em qualquer momento.
  7. Marketplaces temáticos: Alimentação, moda, animais, tecnologia. Os mercados tornaram-se uma grande oportunidade de negócio para muitas marcas que já não hesitam em utilizar uma destas grandes vitrines. Os mercados temáticos, especializados num nicho de produtos, estão a tornar-se cada vez mais famosos.
  8. Consciência ambiental e responsabilidade corporativa: a sustentabilidade vende. E as marcas que demonstram seu compromisso com o meio ambiente são mais bem aceitas pelos consumidores. Os produtos orgânicos, ecológicos e biodegradáveis estão a ganhar quota de mercado; mas o mesmo acontece com os processos de fabrico, venda e distribuição que respeitam o ambiente natural. Os hábitos e comportamentos dos consumidores mudaram, revelando uma «geração verde» pronta a premiar o activismo sustentável das empresas. Os millennial lideram o movimento de sustentabilidade com as suas mudanças de estilo de vida e de comportamento.

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