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O negócio do retalho topo de gama é para onde todos olhamos na momento de saber as últimas tendências a seguir. Habituámo-nos a ver a tradicional loja de luxo num edifício antigo e requintado da rua principal e mais movimentada duma cidade turística, cheia de vida. Hoje em dia, e principalmente após a pandemia, o retalho tradicional foi repensado e, consequentemente digitalizado.

A digitalização do consumidor é transversal a todas as gerações, mas os nativos do online (Gerações Y e Z) estão agora a atingir o momento de poder de compra e a percentagem de consumidores ricos que ao mesmo tempo possuem conhecimento digital, está a aumentar. De acordo com as estimativas, espera-se que as gerações mais jovens sejam os principais atores do mercado de bens de luxo até 2025, com os millenialls a representarem metade do valor do mercado de luxo.

O setor do luxo entra no comércio eletrónico

Para muitas marcas (incluindo as marcas de luxo) que tiveram de fechar temporariamente as suas lojas físicas no meio das restrições pandémicas do coronavírus, foi o momento certo para entrar no ecommerce ou para o desenvolver. Segundo o EcommerceDB:

  • O Grupo Kering proprietário das marcas Gucci, Saint Lauren, Balenciaga, e Bottega Veneta, duplicou as suas vendas de comércio eletrónico em 2020 em comparação com os números pré-pandémicos.
  • O Grupo Richemont, que opera as plataformas de comércio eletrónico de bens pessoais de luxo como Watchfinder e Yoox Net-a-Porter, reportou receitas de vendas sustentadas para o seu segmento de distribuidores online em 2020 e 2021.
  • As vendas online de bens de luxo podem ser feitas nas próprias plataformas da marca ou em marketplaces, que ajudam grandemente as marcas. A Farfetch, plataforma líder mundial no mercado online de moda de luxo, está entre os mercados online mais populares de bens de luxo com mais de 10 milhões de clientes ativos em 2020. A popularidade online da Farfetch colocou a plataforma entre os websites de retalho de luxo de crescimento mais rápido nos Estados Unidos em 2020.

Será que… as lojas de luxo também são reconhecidas enquanto lojas online?

Segundo o EcommerceDB a maioria das vendas no mercado global de bens de luxo ainda é produzida através de canais offline. Apesar disto, a percentagem que os canais online contribuem está constantemente a aumentar. Economias digitalmente bem desenvolvidas como a China já atingem quotas online acima dos 30% no segmento dos Bens de Luxo. Na Europa, a notoriedade de certas lojas de luxo online já é bastante elevada, no Reino Unido a famosa loja Harrods ganha tanto em reconhecimento online, em França as Galeries la Fayette também tomaram a liderança do online enquanto na Alemanha, a loja Christ é a mais que tem maior percentagem de conhecimento. A loja online de luxo mais conhecida no respetivo país atinge uma notoriedade de mais de 50% cada uma.

O que chama a atenção é que os consumidores nos três países são os mais conscientes das marcas locais de lojas online. Marcas internacionais como net-a-porter ou farfetch estão a meio campo nos três países na comparação, enquanto que é um jogador local cada um que lidera o respetivo ranking de países. Se a tendência para mais compras online no segmento do luxo continuar, o conhecimento da marca no comércio eletrónico de luxo é também suscetível de aumentar no futuro.

Luxo Vintage: Economia circular

Com a reestruturação do setor luxo, as dificuldades atravessadas e a entrada no ecommerce, não podíamos deixar de mencionar o setor de luxo enquanto parte da economia circular. Como já referimos a pandemia forçou a dinamização do negócio e trouxe uma crescente consciencialização em relação ao ambiente e ao desperdício. De acordo com o World Economic Forum até ao início da pandemia, a indústria de moda era responsável por 10% das emissões globais anuais de carbono e também o segundo maior consumidor de água.

Marcas fora deste mercado como IKEA, já possibilitam o aluguer ou o Reembolso pelos móveis IKEA que «devolver», assim como já existem marketplaces somente para a venda de produtos em segunda mão como a United Boutiques.

Marcas de luxo com alta qualidade e longa duração tem um trunfo na manga se quiserem estar envolvidos na venda de produtos em segunda mão. O desejo pelo produto, a escassez do mesmo e a passagem de geração em geração podem levar a uma valorização do mesmo, ao contrário dos mercados em massa que por norma sofrem uma desvalorização do produto aquando da sua revenda. Em Portugal, a Quartier Latin é a primeira loja de luxo vintage. A loja física localiza-se no Porto mas foi a presença online é o seu principal meio de comunicação com os seus consumidores.

A previsão é que este mercado continue a crescer, triplicando os seus valores em 2023 quando comparado com valores de 2018.

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