Transição digital: serviços jurídicos online disparam

A prestação de serviços jurídicos foi uma das atividades que melhor se adaptou às novas necessidades dos clientes, revela uma análise da Fixando a cerca de 10.200 pedidos: em 2019, apenas 9% dos clientes que procuraram aconselhamento jurídico na Fixando aceitavam a prestação destes serviços à distância, enquanto em 2022 esse número disparou para 63%.

A pandemia forçou muitas empresas e profissionais a transitar a prestação dos seus serviços para o digital. De advogados, a explicadores, psicólogos e terapeutas, muitos foram os especialistas que passaram a estar disponíveis (de forma massiva) para a realização de serviços de forma remota, para chegar aos clientes.

Passados dois anos, os benefícios dos serviços à distância incentivaram diversas empresas a manter o novo modelo de negócio, permitindo, aliás, a redução de custos, o alargamento dos potenciais clientes e o aumento da produtividade.

Pedro Benamor Marvão, advogado inscrito na plataforma Fixando, destaca que, para além de ter reduzido os custos associados a deslocações, consegue agora ter mais clientes por dia.  

O advogado estima que cerca de 30% da sua atividade é prestada remotamente, uma vez que ainda há muitos clientes que ainda dão preferência às consultas presenciais.  

“As plataformas digitais fizeram com que a angariação de clientes se colocasse de forma mais equitativa, ou seja, normalmente os clientes eram canalizados para as grandes sociedades de advogados. Julgo que este paradigma se alterou e muitos advogados têm agora oportunidade de angariar novos clientes de forma mais célere”, conclui a mesma fonte.

Este novo modelo é também benéfico para os clientes já que permite encontrar resposta às suas necessidades mais facilmente. A Fixando revela que 62% dos clientes que solicitam aconselhamento jurídico presencial encontram profissionais disponíveis, ao passo que, se a prestação deste serviço for remota, a percentagem de clientes com resposta é de 72%.

“A transformação foi quase global e hoje, tanto clientes como profissionais estão muito mais recetivos ao online. Quer na procura de clientes e serviços, quer na realização de muitas destas atividades.”, explica Alice Nunes, diretora de Novos Negócios da Fixando.

Alice Nunes dá o exemplo das explicações e das consultas de psicologia como outros dois casos paradigmáticos destra transformação: em 2019, apenas 19% dos clientes estavam dispostos a ter aulas particulares à distância, e atualmente esse número é de 49%. No caso das consultas de psicologia, em 2019, só 4% aceitava consultas por videochamada e hoje já mais de metade (51%) dos clientes está recetivo a essa opção. 

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