No mundo de hoje em dia é  importante estar na frente inovação e que perturbes o mundo” começou Daniel Grieder, CEO na Tommy Hilfiger Global e PVH Europe. O líder de uma das marcas mais importantes do mundo expôs as suas  ideias sobre o design de uma marca que perturba e inova em 2019.

Na Tommy Hilfiger vamos conceber tudo de forma digital. Começamos à 2 anos e seguiremos, a transformação digital demora, leva o seu tempo, mas quando mudamos já não queremos voltar atrás” disse o CEO da marca que atualmente já tem 50% de todos os processos digitalizados e ambicionam que nos próximos dois anos estar totalmente digital, não só no design mas também na fabricação.

O design até agora foi feito com materiais físicos, desde o papel para o desenho até aos tecidos e à amostra que vem da fábrica. Agora, a mentalidade da marca mudou. A sustentabilidade é muito grande, e “somos a primeira empresa de moda que está a fazer isto” e por isso ainda não existem pessoas que possamos contratar para o fazer, “temos uma equipa fantástica que está a desenvolver este projeto assim como a ensinar a outros que queiram aprender” acrescentou Daniel Grieder.

À questão da sustentabilidade não se pode fugir. A marca investiu nos últimos tempos na transformação digital tendo em conta o princípio da sustentabilidade. Pensaram em como ser disruptivos não apenas para benefício próprio, mas para que a comunidade possa beneficiar e uma dessas criações foram os showrooms digitais.

O que é uma marca disruptiva? Como e onde inovar? “Isto é que temos que descobrir” explica Daniel. Encontrar produtos novos para a empresa, mas principalmente inovar no modelo de negócio, “na Tommy vem da nossa cultura. Nós adoramos ser empresários inovadores”.

Para além dos benefícios ecológicos, o cliente beneficiará da redução de custos de produção e “podemos colocá-lo totalmente no centro do nosso negócio” afirma o CEO da Tommy Hilfiger.

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