73% das mulheres jornalistas já sofreram violência online

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email

De acordo com um relatório da UNESCO, 73% das mulheres jornalistas já sofreram violência online, onde os temas de trabalho em que as jornalistas são mais atacadas são igualdade de género (49%), política e campanhas eleitorais (44%) e direitos humanos e políticas sociais (31%).

O relatório intitulado de «The Chilling: Global trends in online violence against women journalists», foi divulgado no dia 30 de abril pela UNESCO de modo a assinalar o Dia da Liberdade de Imprensa que se celebra hoje, baseando-se numa pesquisa global com 901 jornalistas de 125 países realizada em cinco idiomas.

Este relatório mostrou-nos elementos preocupantes. A violência em linha tem impactos concretos fora da internet. Um nível elevado das mulheres questionadas falaram em problemas de saúde mental ou até autocensura. Esta violência impede as mulheres de exercerem a sua liberdade de expressão.

Guilherme Godoi, chefe da área da liberdade de expressão e segurança dos jornalistas na UNESCO

A pesquisa mostra que a violência online que visa silenciar mulheres jornalistas e desacreditar as suas reportagens é um problema crescente. Por causa da sua etnia, orientação sexual e religião, algumas mulheres enfrentam ataques ainda mais frequentes. Por exemplo: 

  • Enquanto 64% de todas as jornalistas brancas entrevistadas afirmaram ter sofrido violência online, as taxas foram mais altas para aquelas que se identificaram como negras (81%), indígenas (86%) e judias (88%).
  • As taxas de violência online denotada por lésbicas e bissexuais entrevistadas foram de 88% e 85%, respetivamente, em comparação com 72% das mulheres heterossexuais.
  • As mulheres árabes correm um risco substancialmente maior de sofrer ataques offline relacionados à violência online (53% em comparação com 20% no geral), mostram os dados da pesquisa.

O estudo também revela como a violência online contra jornalistas mulheres está ligada à desinformação e ao extremismo político. Um total de 41% das entrevistadas afirmam ter sido alvos de ataques online que pareciam estar ligados a campanhas de desinformação orquestradas.

Para além disso, a maioria das mulheres entrevistadas denotaram ataques baseados em desinformação destinados a manchar a sua reputação pessoal e profissional, desde acusações de que vendem ‘notícias falsas’ à disseminação de narrativas falsas sobre as suas vidas pessoais.

QUER RECEBER NOSSA NEWSLETTER

INSCREVA-SE
Os campos marcados com * são de preenchimento obrigatório
Email: *
Língua: English (English) Português (Portugese) Español (Spanish) *
Nome: *
Empresa: *
Cargo:
Sector:
Aceito receber a newsletter e as comunicações da Ecommerce News de acordo com a Política de Privacidade:
Aceito receber comunicações comerciais:
GDPR logdate ok:
Please don't insert text in the box below!
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email

Deixe um comentário

Tu dirección de Email no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *

PODE GOSTAR

POSTS MAIS RECENTES

Pode interessar-lhe

JUNTA-SE A NÓS?

POSTS MAIS COMENTADOS

Ir arriba