O Starbucks foi a última empresa a juntar-se à lista de grandes marcas que retiraram os seus anúncios das redes sociais, e do Facebook em particular, numa tentativa de pressionar para uma ação mais forte contra os discursos de ódio nas referidas plataformas.

Em comunicado, a cadeia de café informa que vai fazer uma pausa na publicidade em todas as plataformas de meios de comunicação e que vai proceder a uma discussão interna com os parceiros e com as organizações de direitos civis no sentido de impedir a propagação dos discursos de ódio. A partir de aqui, o Starbucks coloca-se ao lado de empresas como a Coca-Cola, Unilever, Verizon, Patagónia e Levi’s, apesar de não ter aderido oficialmente à iniciativa Stop «Hate for Profit», que destaca o Facebook pela sua inação, especialmente durante os recentes protestos a favor da justiça racial na América.


O Facebook está a sofrer as consequências deste boicote e tal como podemos ver pelo gráfico, as receitas publicitárias da empresa atingiram quase 70 mil milhões de dólares no ano passado e as receitas de publicidade dos concorrentes nos meios de comunicação social diminuíram significativamente.

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