O mercado online em segunda mão deverá crescer em 2021

A nostalgia está na moda. O mercado online em segunda mão cresceu no último ano, em parte a pandemia deu um impulso a este circuito alternativo. Cada vez têm mais plataformas para expandir. Este boom é impulsionado por compras e vendas entre indivíduos que são feitas através de sites e mercados como o Mercado Libre, Linio ou eBay.

Maior consciência com o meio ambiente

Um dos principais motivos para os consumidores é económico, mas não exclusivamente. Comprar em segunda mão também pode ajudar a proteger o meio ambiente, reduzindo a quantidade de resíduos. Além disso, pode incentivar o desenvolvimento da economia circular, ajudando outras pessoas a recuperar uma parte do valor dos seus bens usados ​​antes de descartá-los. Desta forma, a maior conscientização sobre a sustentabilidade e o cuidado com o planeta tem influenciado o aumento do interesse por este tipo de artigos de segunda mão. Assim, as vantagens do comércio eletrónico foram exploradas.

Crescimento do comércio de segunda mão

Segundo dados do portal Sendcloud, este tipo de mercado deve aumentar cerca de 70% este ano. A gigante dos EUA que vende roupa em segunda mão, Thredup, prevê que em 2029 os guarda-roupas dos consumidores terão 19% de roupas em segunda mão, em comparação com os 3% de hoje.

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Onde é mais comum comprar roupas em segunda mão?

Um estudo Statista Global Consumer Survey  em 2020 recolheu alguns dados. No México, 47% dos entrevistados declararam ter comprado pelo menos um artigo em segunda mão nos últimos doze meses. Entre os mexicanos, o vestuário lidera a lista de categorias em que afirmam ter utilizado mais este tipo de forma de compra. Seguido de gadgets eletrónicos e do segmento de livros, filmes, músicas e jogos. No Brasil, onde 42% dos pesquisados ​​também compraram bens usados ​​no ano anterior à análise, a principal categoria foram os aparelhos eletrónicos. Já na Espanha, 37% dos consumidores afirmam comprar em segunda mão.

Dos países selecionados no estudo, nenhum supera a Polónia no que diz respeito a compras em segunda mão, com 51%. Por outro lado, Itália e Rússia estão entre os países mais avessos a esta prática, já que menos de 30% dos entrevistados nas duas nações afirmam comprar bens usados.

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