As consequências das medidas tomadas em torno da pandemia afetaram a Disney, considerada um dos gigantes dos media e entretenimento, em várias frentes; nomeadamente em Parques, Experiências e Produtos.

Os parques temáticos e as lojas de retalho tiveram de ser encerradas, os cruzeiros e as visitas guiadas foram suspensos e a cadeia de abastecimento sofreu uma interrupção. Para além disto, o Studio Entertainment parou as suas produções e o impacto nas vendas de Publicidade na Media Networks e Direct-to-Consumer & Internacional foram sentidas, o que totalizou perdas de 1,4 mil milhões de dólares no primeiro trimestre do ano.

Apesar disto, a perspetiva do recém-CEO Bob Chapek mantem-se otimista e confiante na capacidade da empresa em resistira a esta perturbação, emergindo numa posição ainda mais consolidada. Seguindo a linha de pensamento do seu antecessorBob Iger, que conduziu a empresa em períodos igualmente difíceis como recessões económicas, desastres naturais e outros imprevistos, a Disney reúne todas as condições para ultrapassar este momento adverso e recuperar com sucesso.

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