O mais recente relatório da REDUNIQ que regista a evolução transacional dos negócios portugueses em período de desconfinamento.

Com o arranque do Estado de Emergência, as vendas em pontos físicos observaram, uma tendência de quebra progressiva e acentuada (que chegou a ser de 50%).


Os tempos de confinamento ditaram um célere reconfigurar dos comportamentos de shopper dos portugueses. Impossibilitados, ou receosos, de aceder a lojas físicas (que, em muitas categorias como a moda, estavam encerradas), viram-se “forçados” a experimentar as compras online.

A penetração aumentou, como aumentou também o número de categorias de compra, uma evidencia da importante aceleração do online, que aumentou cerca de 20% face ao ponto de partida.

Num contexto de digitalizações múltiplas – trabalho, educação, entretenimento – o ecommerce e o home-delivery aceleraram. O crescimento do “online”, se assim o quisermos chamar, foi particularmente relevante no retalho alimentar, nos eletrodomésticos & tecnologia e na restauração.

A circulação de dinheiro (físico) reduziu de forma estrutural, não só durante as 6 semanas de Estado de Emergência, mas também durante este 1 º mês de desconfinamento. A eventual transferência de meios de pagamento pode ser um dos legados desta crise.

Neste sentido, utilização de meios de pagamento contactless , soluções de pagamento de “baixo risco de contágio”, cresceu de forma sustentada ao longo de todo o período de análise

Após o mês de março com uma subida de 113 % em relação ao período homólogo, e de um mês de abril com mais 160 % face ao mesmo mês de 2019, a utilização do contactless mantém a tendência de crescimento durante as semanas de desconfinamento pautadas pela reabertura de milhares de estabelecimentos.

Em termos de número de transações, o contactless representa neste momento aproximadamente 1 / 4 do total da faturação (quando em março esse valor se situava pouco acima dos 10 %) .

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