Qual a grande lição que as marcas podem tirar com o apagão do Facebook, Instagram e WhatsApp?

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O Facebook tem atualmente 3,5 mil milhões de «pessoas ativas mensais» e esta segunda-feira, segundo as queixas registadas no Down Detector, mais de 10 milhões a nível mundial foram afetadas pelo apagão do Facebook, Instagram e WhatsApp. Este número inclui os utilizadores registados e com login efetuado nas plataformas pertencentes ao Facebook. Relembre-se que Mark Zuckerberg adquiriu em 2012 o Instagram e posteriormente o WhatsApp, fazendo com que todas estas redes pertencente ao grupo Facebook também tivessem sido afetadas pelo problema do início da semana.

Quando se deu o apagão, milhões de pessoas ficaram impossibilitadas de usar estas redes sociais durante cerca de 6 horas, gerando muita frustração e mexendo com a economia. Qualquer umas das 3 plataformas que ficaram em suspenso são, hoje em dia, para as marcas, mais que uma forma de engagement com os clientes mas também uma forma de vender e, por isso para algumas marcas o apagão do Facebook, Instagram e WhatsApp significou perdas elevadas de dinheiro.

Qual a grande lição? Ter sempre um plano B, ou seja, não depender a 100% das redes sociais, o público tem que ser trabalho em diversos canais e ter disponível para eles esses mesmos canais para situações como estas.

E quais os outros canais em que podem investir?

  • Landing page: Todas as marcas devem ter uma landing page atrativa e preparada para aguentar elevados níveis de tráfego.
  • Mailing: Durante o apagão do Facebook, muitas marcas aproveitaram para mandar mails às suas bases de dados de forma a interagirem com o seu cliente de outra forma.
  • Trabalhar o público em redes sociais/plataformas pertencentes a diferentes grupos empresariais.
  • E que tal um regresso ao passado? Os Sms são uma funcionalidade dos telemóveis que já poucas marcas usam mas que numa situação como esta pode ser uma opções.
  • Aplicações: Muitas das marcas já criaram as suas próprias aplicações que permitem ao cliente fazer compras mas também interagir com a marca.

Como o apagão afetou a economia?

As páginas das marcas nas redes sociais, o Marketplace do Facebook, a publicidade, o Instashop, o WhatsApp Business são todas maneiras de vender (direta ou indiretamente) nas plataformas que sofreram o apagão desta semana. De acordo com a NetBlocks, a economia mundial perdeu mais de 950 milhões de dólares, após as mais de seis horas de problemas técnicos. A estimativa é que a economia global esteja a perder cerca de 160 milhões de dólares, devido a perda de receita do Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp.

O próprio criador do Facebook, Mark Zuckerberg, desceu um degrau na lista dos mais riscos do mundo ficando abaixo do fundador da Microsoft, Bill Gates, na quinta posição no índice Bloomberg Billionaires, passando a valer 121,6 mil milhões de dólares.

Quais as causas do apagão do Facebook?

As teorias são diferentes sobre a interrupção que deixou o mundo em pausa durante cerca de seis horas, a maior interrupção da plataforma desde 2019. O apagão do Facebook começou pouco antes das 17:00 (hora de Portugal) e não afetou só os utilizadores, vários funcionários informaram o The Verge que tiveram que recorrer a outras opções como o correio eletrónico, Google Docs e Zoom para contactar entre si.

«Estamos cientes de que algumas pessoas estão a ter dificuldades em aceder às nossas aplicações e produtos. Estamos a trabalhar para que as coisas voltem ao normal o mais rapidamente possível, e pedimos desculpa por qualquer inconveniente».

Andy Stone, executiva de comunicações do Facebook

Surgiram teorias de que a empresa teria sido hackeada mas na segunda-feira o facebook veio dar as primeiras explicações, a dizer que se devia a um problema de configuração e que não existia evidência de que os dados dos utilizadores tivessem sido comprometidos. Na terça-feira à tarde, os engenheiros do Facebook ofereceram mais pormenores, explicando que a ligação entre a espinha dorsal da empresa e os centros de dados se desligou durante a manutenção de rotina, o que fez com que os servidores DNS ficassem offline.

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