5 tendências que irão marcar as estratégias de drive-to-store para o retalho em 2020

O retalho reinventa-se ao mesmo ritmo que as tecnologias evoluem (ou pelo menos deveria fazê-lo) e junto com elas, as novas necessidades que criam entre os seus clientes.

Para além do crescimento do comércio online, as lojas físicas continuam a ser os principais protagonistas das compras portuguesas, e é por isso que as estratégias de marketing drive-to-store desempenham um papel fundamental na atracção de um novo e cada vez mais exigente e informado consumidor para os estabelecimentos, que se movimentam entre o mundo online e offline.

Sempre na vanguarda da inovação, Tiendeo.com, uma empresa de estratégia drive-to-store para o retalho, partilha aqui as regras básicas do jogo que irão marcar o sector neste 2020.

1. Marketing preditivo graças ao Big Data e AI

Os últimos anos já assistiram a um forte boom nas tecnologias que permitem a recolha e medição de dados relativos ao comportamento dos utilizadores, não só no mundo online mas também offline. As pessoas interagem com as marcas através de vários canais, consomem conteúdos de uma forma não estruturada e estão bem informadas antes de fazer uma compra.

O marketing preditivo permite, como resultado destes dados, criar padrões que desenham um possível comportamento futuro e oferecem às empresas e marcas uma oportunidade de ouro para impactar o seu alvo no melhor momento e com a mensagem que pode influenciar mais precisamente na sua decisão final de compra. De acordo com a GlobeNewswire, espera-se que o tamanho do mercado analítico preditivo atinja $10.95B em 2022.

2. A personalização que valoriza a marca

A facilidade de acesso à informação durante o processo de compra e a multiplicidade de impactos publicitários recebidos diariamente levaram a uma mudança no conceito de comunicação entre a marca e o cliente. É agora quando a personalização atinge o seu ponto de maturidade: o comprador torna-se o epicentro. E o comprador de hoje já não tolera canais isolados ou impactos dispersos e inconsistentes, procuram uma experiência única orientada pela personalização em tempo real, que, se feita corretamente, será a chave para a diferenciação da concorrência e a valorização da marca.

3. Marketing local, a proximidade importa:

A proximidade entre marcas e clientes é vital numa estratégia que será liderada pela personalização e imediatismo. As tecnologias de geolocalização para dispositivos móveis fornecem-nos informação em tempo real sobre a localização física do utilizador, e estes dados, juntamente com os obtidos a partir do seu comportamento online, permitem um targeting minuncioso que os impacte no momento mais oportuno e com a mensagem mais apropriada. Portanto, o marketing local ajudará a maximizar a eficácia das nossas campanhas digitais, gerando mais tráfego para as lojas físicas.

4. Medição do tráfego da loja gerado por uma campanha online:

A viagem de novos compradores combina naturalmente visitas a lojas físicas tradicionais com pesquisas online anteriores. De acordo com o Google, 80% dos compradores que visitam uma loja pesquisaram previamente informações online. Isto é omnicanalidade na sua pura essência.

Contudo, aparece agora um novo desafio: medir correctamente as visitas às lojas físicas. Conceitos como visitas incrementais ou up-lift devem ser tidos em conta a fim de realizar uma medição correcta. O incremento é um indicador que, ao excluir uma amostra não impactada, permite a análise do impacto real de uma campanha de marketing digital. Uma boa medição será fundamental para a otimização de futuras campanhas.

5. Marketing sustentável

O novo consumidor está cada vez mais preocupado com o consumo responsável, e por isso valoriza as empresas que participam activamente na redução da sua pegada ambiental, partilhando assim os seus mesmos valores. Entre as principais medidas de RSE aplicadas entre as grandes corporações está a redução do papel, facilitada pela ascensão do mundo digital. Revendedores internacionais como Monoprix, Carrefour, Auchan e Orange já anunciaram reduções drásticas ou mesmo a eliminação total da produção de folhetos e catálogos em papel a favor dos seus homólogos online.

Assim, os retalhistas e as marcas terão de contar com um marketing local previsível e mensurável, para levar a cabo uma estratégia de drive-to-store e aumentar o tráfego para as lojas físicas.

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