Hoje é o Dia Internacional dos Assistentes Virtuais, que são também conhecidos como inteligência artificial conversacional (IA).
Tudo começou em 2011 com a Siri e posteriormente surgiram a Cortana, Alexa, entre outras, que transformaram por completo a forma como interagimos com a tecnologia.

As empresas apostam cada vez mais nestas tecnologias para servir os seus clientes, tanto que, hoje em dia, é possível fazer reservas num restaurante sem que se saiba, se estamos a falar com uma pessoa ou com uma máquina, por isso é importante estarmos informados sobre o tema.

O que é um assistente virtual?

De acordo com, Marco Piña, diretor da Nuance, empresa que se dedica a criar assistentes virtuais para o setor da saúde, “Poderíamos dizer que um assistente virtual é uma solução baseada na inteligência artificial e, simultaneamente, apoiada por outras tecnologias, como a biometria, que nos permite automatizar tarefas e/ou processos para melhorar a agilidade e satisfazer as necessidades dos utilizadores, de forma mais eficaz. As suas áreas de aplicação podem ser múltiplas, tanto nas indústrias como nos canais”.

Existe uma tendência de pensamento, que nos diz que os assistentes virtuais foram criados pelas grandes multinacionais tecnológicas, para uso pessoal, mas Marco acredita que são ferramentas que vão além disso: “Os assistentes virtuais estão aqui para ficar, não há dúvidas quanto a isso. E não só para uso pessoal como a SIRI ou Alexa, também chegaram ao mundo empresarial: os assistentes virtuais tornaram-se uma ferramenta essencial para a digitalização de qualquer empresa, especialmente nas áreas de vendas, atendimento ao cliente ou self-service”.

Considerando, inclusive, a atual pandemia e restrições que surgiram como consequência, estes assistentes têm um papel fundamental visto que “os serviços múltiplos têm de ser prestados através de canais não presenciais”.

Qual será o futuro dos assistentes virtuais?

Tendo em conta que os assistentes virtuais vieram para ficar, é oportuno e curioso sabermos qual será o seu papel e função no futuro.

“Os assistentes virtuais, especialmente os assistentes de voz, vão estar disponíveis em muito pouco tempo e em grande escala. Porquê? Devido aos seus muitos benefícios, especialmente porque este tipo de soluções inteligentes e automatizadas que garantem que os utilizadores encontrem respostas rápidas e relevantes a partir de qualquer dispositivo, a qualquer hora e em qualquer lugar”

Podemos concluir que os assistentes virtuais serão uma mais valia no futuro. Chegará a um ponto que serão tão banais que será raro, e até desconfortável, não termos um à nossa disposição. 

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