Segundo o IPAM, a Final 8 da Liga dos Campeões pode gerar maior impacto económico e mediático, que a final disputada no Estádio da Luz em 2014. A previsão é que este evento desportivo possa gerar 50,4 milhões de euros.Devido ao atual contexto, a final da Champions League deste ano terá um formato inédito que originará estadias mais longas do que a final tradicional de um dia, o que implicará que as comitivas das equipas finalistas fiquem alojadas em Lisboa durante um período de 15 dias ininterruptos”, justifica a instituição, no estudo que procura analisar o impacto económico e mediático desta fase final atípica.

Do valor que será gerado, 49% será por ‘in home e outdoor eating and drinking’, destacando-se ainda os segmentos de accomodation (13%), traveling (9%), turism activities (5%), hospitality (4%), shopping (3%), fun (3%), catering (3%), sponsor activation (3%), e special events (3%). Por fim, as áreas de logistics, other services e security, combinados, deverão representar 5% do impacto económico para o país. O estudo é estimado com base nos números apontados para 16 mil adeptos sem bilhete e 3.300 visitantes na final.


O estudo reforça ainda que “o impacto mediático dos jogos será muito forte e representa uma extraordinária campanha de promoção para Portugal, uma vez que a final de 2019 teve uma audiência de 400 milhões de espectadores em 217 países e gerou mil milhões de interacções nas redes sociais, um recorde de performance digital”.

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