A Stripe analisou os 450 dos melhores sites de comércio eletrónico, entre o Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Espanha, Itália e Suécia e constatou que 58% dos «checkouts» tinham pelo menos três erros básicos.

Esta página é a mais importante em todos os sites de comércio eletrónico, pois é o local onde o negócio é oficialmente fechado, como tal, é muito importante oferecer uma experiência sem frições.

Os erros identificados, acrescentam frições desnecessárias e complicam o processo de saída.

Erros mais comuns:

[42%] Não verifica automaticamente como foi introduzido o número do cartão;
[29%] Não dispõe de um teclado numérico para introdução de números de cartão em dispositivos móveis
39%] Permite que as transações sejam apresentadas com números de cartão ou datas de expiração incorretos

«Por si sós, estas questões podem parecer pequenas. Mas, quando combinadas, somam-se a uma experiência de checkout desnecessariamente difícil para os clientes», comenta Stripe. Segundo a empresa, os checkout’s na Itália e na Holanda tiveram o pior desempenho para muitos dos fatores que avaliaram.

Introduzir o número do cartão com ou sem espaços

No que diz respeito a este aspeto, a Holanda teve o melhor desempenho, ao contrário da França que teve o pior desempenho, com cerca de quatro em cada dez a não aceitarem números sem espaços. «Os clientes devem poder introduzir os números dos cartões como quiserem e não encontrar nenhum erro. É recomendado, permitir a introdução de números de cartão com espaços, ou separados visualmente em grupos de quatro dígitos, para facilitar a validação dos dados», afirma a Stripe.

Apenas 12% suportam carteiras móveis

Outra descoberta interessante é que, embora 96% esteja adaptado ao tamanho do ecrã móvel, apenas 12% destas páginas suportavam carteiras móveis.

O estado dos ‘checkout’ em 2020

Um outro problema é não serem traduzidas para as línguas locais e a maioria, 81%, não oferecer métodos de pagamento locais.

Relativamente a estes dois temas, verificaram-se grandes diferenças entre os países, por exemplo em Espanha, nenhum ‘checkout’ analisado traduzia para outras línguas ou oferece métodos de pagamento locais, já na Holanda, a disponibilidade noutras línguas, não é um problema, no entanto, os métodos de pagamento locais não eram muito populares.

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