A PcComponentes, loja online de Informática, electrónica e tecnologia ao melhor preço, qualidade e serviço, anunciou hoje no evento da Ecommerce News, Marketplace Summit, o seu desejo de abrir o seu próprio marketplace em Portugal.

O anúncio foi feito pelo David Morales, Marketplace Project Leader de PcComponentes que disse em exclusivo à Ecommerce News que querem lançar o seu próprio marketplace em Portugal no curto prazo.


As novidades não ficaram por aí e seguiu-se a JD Sprinter, filial espanhola do grupo JD Sports, a dar as novidades. Também eles divulgaram no evento, que decorre durante o dia de hoje e de amanhã, a sua vontade de abrir o seu próprio marketplace em Portugal.

A JD Sprinter em 2018 passou por um processo de fusão com a insígnia portuguesa Sport Zone dando origem à segunda maior empresa no mercado de artigos desportivos na Península Ibérica.

Planos para 2020

Marketplace. Esta é provavelmente uma das palavras que ressoa na cabeça de Alfonso Tomás, o CEO da PcComponentes e aquele que está mais envolvido nas suas operações do dia-a-dia. Durante 2019, o marketplace da PcComponents em Espanha registou um crescimento de 2,000% e, a 31 de Dezembro, 50% dos produtos disponíveis na web provinham de fornecedores terceiros.

É muito claro que os planos da empresa mudaram a curto prazo – mas não a médio e longo prazo – embora «uma empresa como a nossa, sem investimento externo de fundos, com capital 100% próprio, não tenha sido pressionada a fazer grandes mudanças, mas continuaremos a avançar passo a passo, seguindo a nossa estratégia«, afirmou Alfonso Tomás.

Por outras palavras, com respeito à internacionalização, a grande aposta continua a ser Portugal, um mercado onde a empresa tem um volume de negócios de aproximadamente 10 milhões de euros (2019) e prevê um crescimento de 45% em 2020.

Os outros países onde PcComponentes estava de olho (França, Itália …) terão de esperar, «pelo menos mais 6 meses«, disse Tomás. Neste sentido, o objectivo é «entrar nos mercados com todas as garantias de crescimento e para isso temos de ter tudo muito atado; são necessários fortes investimentos para entrar noutro país, que agora paralisamos com toda esta situação de saúde, pelo menos durante os próximos 6 meses«

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