Portugueses são dos europeus que consideram mais fácil utilizar tecnologias contactless

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As tecnologias contactless, impulsionadas pela pandemia da Covid-19, estão mais presentes no nosso dia a dia. Por esta razão, o Barómetro Europeu do Observador Cetelem procurou saber se, depois de mais de um ano de uso intensivo destas soluções, os portugueses consideram fácil a sua utilização e quais as atividades que ficam mais facilitadas.

De acordo com o estudo, 73% dos portugueses consideram fácil a adaptação às tecnologias contactless, um valor acima da média dos 15 países europeus (66%) abrangidos pelo inquérito. Os dados revelam que os mais novos, dos 18 aos 34 anos, são os que acham mais fácil esta adaptação (70%), seguindo-se a faixa dos 35 aos 49 anos (69%). Mais de metade (62%) dos que têm idades compreendidas entre os 50 e os 75 anos também considera ser fácil.

Para os inquiridos as plataformas de compras online (79%), de acesso a informação (76%) e os meios de pagamento contacless (74%) são as mais fáceis de utilizar; e apontam que as compras (73%) e tarefas diárias como gerir contas bancárias e tratar de burocracias (70%) ficaram simplificadas.

Apesar de a maior parte considerar fácil a adaptação às tecnologias contactless, se tiverem escolha, 58% dos portugueses (60% dos europeus) não optam por algumas destas soluções. Em parte, isto acontece porque são mais aqueles que não gostam de algumas das novas soluções (56%) do que os que gostam (44%) – um valor em linha com a média europeia (55%).

Quanto à sua perceção face à experiência de outros indivíduos, os portugueses são dos mais pessimistas, e consideram que os mais velhos (22%), os que têm problemas financeiros (14%) e os que perderam capacidade de independência (10%) têm menos facilidade em adaptar-se a esta realidade. Em média, e em maior número, 22%, 14% e 10% dos europeus consideraram ter «sido fácil» a adaptação em cada um destes grupos.

Por fim, apesar de os inquiridos considerarem que a pandemia impulsionou o uso destas soluções e diminuiu o contacto pessoal, afirmam que tal foi benéfico para o ambiente (54%). Já no que diz respeito à sua situação pessoal e para a sociedade como um todo, não o consideram assim tão benéfico (29% em ambas as situações).

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