Nova vaga de layoffs na Uber. A empresa está a despedir 3.000 novos trabalhadores, apenas duas semanas após o despedimento de 3.7000 trabalhadores. Este corte é agravado pelo encerramento de 45 escritórios.

A notícia foi anunciada segunda-feira pelo The Wall Street Journal com base num e-mail de Dara Khosrowshahi, presidente executiva de Uber. Está é mais uma tentativa da empresa para ultrapassar a crise da pandemia do coronavírus.


«Dado o impacto dramático da pandemia e o caráter imprevisível de qualquer eventual recuperação, estamos a concentrar os nossos esforços na nossa mobilidade e nas nossas plataformas de entrega, bem como a redimensionar a nossa empresa de forma a corresponder às realidades do nosso negócio», disse Khosrowshahi numa declaração.

O executivo constata que tiveram de parar alguns dos seus investimentos não essenciais e reduzir a sua dimensão: «Isto levou-nos a tomar algumas decisões dolorosas hoje: estamos a parar alguns dos nossos investimentos não essenciais e a reduzir a dimensão da nossa mão-de-obra em cerca de 3.000 pessoas, cada uma das quais gostaria de agradecer pessoalmente as suas contribuições para o Uber»

Uber viu o seu negócio de transporte de passageiros, que é o pilar do seu rendimento, cair a pique. A empresa tentou expandir a sua oferta para outras linhas de negócio como a Uber Eats, mas não conseguiu compensar as perdas. O concorrente direto da Uber, Lyft, também despediu recentemente 982 trabalhadores, o que representa 17% do seu pessoal.

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