A Amazon trava a sua própria batalha no meio da COVID19: a especulação de preços na sua plataforma. Segundo a Forbes, a empresa retirou 3.900 contas que especulavam sobre preços e aproveitavam a pandemia do coronavírus, para além das 2.500 contas que suspendeu no início de março.

Com estes dois enormes fechos, a empresa removeu mais de 530.000 produtos do seu website. «Nós estamos constantemente a monitorizar as nossas lojas por preços injustos e listas que fazem falsas alegações sobre a Covid-19«, diz a empresa no seu blogue.

A empresa afirma ter sistemas dinâmicos e automatizados que localizam e removem artigos com preços injustos e também anuncia que implantou uma equipa exclusiva que trabalha continuamente para identificar e investigar produtos com preços exagerados que estão agora com alta procura, tais como máscaras e desinfectantes de mãos.

Além disso, a empresa Bezos ajustou seus processos logísticos para estabelecer prioridades no armazenamento e entrega de produtos chave durante a pandemia. Isto levou a prazos de entrega alargados para muitos outros produtos não essenciais, incluindo contas Prime, onde as encomendas chegam no dia seguinte ou mesmo dentro de horas.

Na semana passada soubemos de outra decisão chave do gigante americano em relação às suas encomendas na Europa: a Amazon não envia mais produtos não essenciais aos consumidores em Itália e França através da sua própria rede logística.

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