A rede social, Facebook, decidiu tomar uma série de medidas para evitar ser um meio onde os utilizadores se dedicam a partilhar fraudes e a gerar histeria sobre o coronavírus.

A empresa proibirá anúncios que mencionem esta doença se prometerem curá-la, preveni-la ou gerar «uma sensação de alarme«. As entradas com informações falsas que possam colocar as pessoas em perigo também serão removidas.

Eles irão agir especialmente contra anúncios que falam sobre escassez de oferta ou garantem uma cura ou uma forma de prevenir infecções. A plataforma tem enfrentado recentemente uma série de controvérsias e até mesmo uma pequena guerra interna pelo tratamento de falsas notícias, como foi o caso das eleições nos EUA.

O desempenho de outros gigantes contra o coronavírus

A Amazon, na sua luta particular contra a histeria causada por este vírus entre os utilizadores, tomou a decisão de proibir 1 milhão de produtos com publicidade falsa sobre o coronavírus. Alguns prometem curá-la, outros afirmam protegê-la da doença, mas todos partilham uma característica, o seu preço abusivo.

«Não há lugar para preços abusivos na Amazon«, disse uma porta-voz da empresa. O representante também aponta que a empresa poderia fechar as ofertas de produtos que minam a confiança dos consumidores, mesmo quando os preços são significativamente mais altos do que os oferecidos dentro ou fora da Amazon.

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