Este ano cerca de 20.000 a 25.000 lojas podem fechar nos Estados Unidos da América, seguindo a tendência dos últimos dois anos. Muitos retalhistas têm vindo a fechar actividade provocado pelas crescentes dificuldades que têm vindo a sentir com adesão ao online e este ano acelerado pela pandemia que, por razões de saúde pública, forçou ao fecho temporário de muitas lojas.

Embora as vendas globais a retalho estejam a recuperar relativamente depressa após a queda sem precedentes no principio do ano, algumas categorias de retalho continuam a registar níveis de vendas de 2019 por uma margem significativa a meio de 2020. As vendas de lojas de vestuário e acessórios, por exemplo, foram quase 40% mais baixas nos primeiros seis meses de 2020 em comparação com o ano anterior, com retalhistas de electrónica e livrarias também fortemente atingidos pela pandemia. A situação vivida a nível mundial provocou um aumento das compras online e consequentemente das entregas em casa, uma tendência que aparentemente veio para ficar e força os retalhista a repensarem o seu modelo de negócio.


Na Europa, segundo o Eurostat, as vendas a retalho retomaramm em junho níveis pré-pandemia na União Europeia. Em comparação com o período homologo, em junho as vendas a retalho cresceram 1,3% na zona euro e na UE. Em Portugal as vendas a retalhado desceram 22,2% em abril e em maio recuaram 11,9% (dados do INE). Em relação ao segundo trimestre de 2020, as vendas no comércio a retalho baixaram 13,6% face ao mesmo período de 2019, isto depois de ter aumentado 2,2% no primeiro trimestre.

Infographic: Retailers Face Mass Extinction in Pandemic Fallout | Statista

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