Como já vimos a pandemia Covid-19 teve um impacto enorme entre os consumidores, mudando os padrões de compra e acima de tudo, a forma de socializar e de trabalhar. Como tal, o grupo Alibaba fez uma análise dos comportamentos dos consumidores chineses com marcas europeias.

Registou-se um crescimento de 15% nas vendas online de bens físicos. Já no comércio em loja houve, de facto um grande declínio. Outra curiosidade é que tem havido mais interesse do que nunca pelo online na China, ao mesmo tempo que há cada vez mais marcas a fazerem a transição para o digital. Em junho, por exemplo registou-se um grande aumento de 40% nas vendas de produtos importados da marca chinesa Tmall Global.


Posto isto, com esta evolução do mercado eletrónico chinês podemos dizer que as marcas europeias terão aqui uma oportunidade de se globalizarem e chegarem ao mercado chinês para progredirem.

Tendências-Chave

Este crescimento do comércio eletrónico na China deve-se a alguns comportamentos, entre os quais podemos destacar:

As pessoas procuram cada vez mais produtos que sejam saudáveis. Aqui temos alimentos saudáveis, alimentos orgânicos, suplementos e roupa fitness.

Mudança para o digital. Há muitas formas inovadoras de comprar e a transmissão em direto é um bom exemplo disso.

Estes comportamentos são cada vez mais frequentes, porque as pessoas passam cada vez mais tempo online. Há outros exemplos que se podem destacar, como a realidade aumentada que fornece aos consumidores experiências incríveis online ou compras a 3D. O IKEA é um grande exemplo de compras a 3D, pois possiblita que as pessoas vejam a sua loja a 3D, tal como se tivesse fisicamente na loja.

O que as marcas europeias devem fazer?

Num período de muitas mudanças as marcas devem procurar aprender com os consumidores chineses. Os consumidores chineses como os consumidores de todo o mundo, passam cada vez mais online a navegar por plataformas que realmente gostam.

Assim, é fundamental que as marcas europeias certifiquem-se que estão, realmente online. Ainda mais importante que isto, é que as marcas necessitam de acompanhar o consumidor, porque o mundo está cada vez mais a inovar, os consumidores estão a inovar e as marcas também. Isto significa, que à medida que os consumidores abraçam o livestreaming as marcas devem optar pelo livestreaming, se os consumidores adoram ver produtos a 3D e com realidade aumentada, as marcas devem ter mais interações a 3D e com realidade aumentada. Ou seja, é fundamental satisfazer as necessidades dos clientes.

 

 

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