Em 2019, completam-se 30 anos desde o nascimento dos primeiros websites. No início, a World Wide Web foi uma janela para o mundo ao alcance de alguns. Hoje existem mais de 1.700.000 portais web activos e a Internet já faz parte do nosso dia-a-dia quase sem que nos apercebamos disso. A chegada do smartphone, mensagens instantâneas ou plataformas de streaming de conteúdo mudou os hábitos dos consumidores e a forma como nos comunicamos.

Mas quais são as tecnologias que vão orientar a evolução da Internet? DE-CIX, líder mundial em serviços de interconexão, analisa as principais tecnologias que marcarão as interconexões a partir de 2020, no que foi chamado de «o triângulo digital do futuro» marcado por três tecnologias-chave:


  • 5G será o coração da evolução: Esta tecnologia proporciona-nos maior velocidade de conexão, baixa latência e suporta um maior número de dispositivos conectados. Nestas áreas, as redes 5G suportam a conexão do grande número de dispositivos que compõem uma fábrica conectada e eliminam os fios para se tornarem fábricas 100% wireless.
  • O IoT será o tecido: O NarrowBand IoT está previsto para descolar a partir de 2020. Esta norma utiliza baixas frequências de redes móveis, pelo que oferece um bom alcance tanto no interior como no exterior e uma fácil implementação. Esta tecnologia vai permitir que a hiperligação de todos os objectos que podemos imaginar e que significarão uma revolução em áreas como as cidades inteligentes, o sector da saúde ou a logística.
  • A Inteligência Artificial será o cérebro: a IA facilita uma gestão lógica dos fluxos de dados em casos de usos muito diversos. Um exemplo disso são os videojogos baseados nas nuvens.

Este triângulo formado por estas tecnologias irá encorajar mudanças no local onde a conexão ocorre. Até 2023, mais de 50% das novas instalações de infraestruturas empresariais estarão no «edge».

Graças aos três elementos acima mencionados, será possível realizar uma interconexão mais próxima ao utilizador, uma expansão mais rápida e rentável da infra-estrutura com menor dependência de hardware, já que os pontos de troca da Internet podem ser baseados em software. Assim, tanto fornecedores, operadores e serviços de conteúdo poderão adaptar-se à demanda de tráfego da Internet quase em tempo real.

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