Na quinta-feira, dia 9 de Julho, estivemos assistir ao Campus Party Digital Edition Portugal. É um evento totalmente digital, que decorre em simultâneo, em mais de 30 países, são 3 dias, 24H por dia de experiências ao vivo, com oradores nacionais e internacionais.

Um dos oradores principais do dia foi, Don Tapscott Co-Founder & Executive Chairman, Blockchain Research Institute, que nos falou do impacto provocado pela pandemia, em que os governadores e instituições do mundo, que não tiveram capacidade nem meios para responder, por falta de dados. 


De acordo com Don a tecnologia faz hoje parte das nossas vidas, do nosso corpo e da economia, como tal, esta é a 2ª era digital, na qual as ‘Blockchain’ serão a base da tecnologia.

As investigações realizadas pela Blockchain Research Institue, indicam que a tecnologia quando associada à inteligência artificial, é capaz de transformar a empresa moderna tal como a conhecemos.

Na 1ª era digital, ocorreu a evolução dos PCs, das redes sociais, o aparecimento da nuvem, etc, no entanto, houve também uma grande partilha de dados pessoais que realçaram a maior falha da Internet – «the double-spend problem«.

A partilha deste dados, não nos prejudica apenas a nível pessoal, mas também a nível económico, visto que a falta de segurança e de eficiência nos sistemas, como nas transações , torna os dados mais vuneráveis ao hacking. É por isso importante criar um ‘protocolo de segurança’.

Nesta 2ª era, associada à IA e à própria tecnologia a integrar-se no nosso dia-a-dia, será possível, pela primeira vez na história da humanidade, transformar a economia através das ‘blockchains’ e garantir assim mais segurança.

Para os bancos, por exemplo, as blockchains permitem que o pagamento e a liquidação sejam a mesma atividade, não havendo atrasos, riscos ou custos para cada uma das partes, mas este não será o único setor a ser transformado pelas ‘blockchains’.

«Estamos nos primeiros momentos de uma profunda mudança na estrutura e arquitectura profunda das empresas e na forma como orquestramos a capacidade da sociedade. Num futuro próximo, as empresas não funcionarão como corporações mas sim como uma rede».

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