Black Friday: Gastos online foram inferiores ao esperado

Este ano, muitas marcas esperavam uma Black Friday muito positiva, talvez não com dados tão bons quanto no ano passado, mas esperavam que fosse positivo. No entanto, os problemas contínuos na cadeia de abastecimento, o aumento dos casos COVID-19 e as ofertas antecipadas parecem ter acabado por fazer com que a Black Friday deste ano não tivesse os resultados esperados.

Os dados que mais chamam a atenção são os das compras nas lojas, uma vez que a Sensormatic Solutions apurou que as lojas de retalho tiveram uma queda no seu tráfego de 28,3% face aos níveis de 2019. Os piores dados foram registados no Dia de Ação de Graças, pois as visitas às lojas caíram 90,4% em relação aos níveis de 2019. Mesmo assim, a Black Friday deverá ser o dia com o maior tráfego nas lojas durante todo o ano.

Está claro que os consumidores estão a comprar no início da temporada, assim como fizeram na temporada passada. 

Brian Field, Diretor Sénior de Consultoria de Retalho Global da Sensormatic

Vendas online não escapam aos dados negativos

Os dados da Cyber ​​Monday ainda não são conhecidos, mas já está a ser visível que as receitas deste ano não ultrapassarão as de 2020. A empresa de análise eMarketer previu que o Dia de Ação de Graças teria um crescimento maior do que no ano passado, mas as pessoas este não tiveram tanta vontade de fazer as suas compras através do sofá.

Os retalhistas registaram vendas de 8,9 biliões de dólares na Black Friday, enquanto no ano passado foram de 9 biliões de acordo com dados da Adobe AnalyticsEsta é a primeira vez que os dados da Black Friday não aumentaram de ano para ano. Embora a queda nas vendas não seja muito elevada, surpreendeu os analistas dado que que estes não esperavam que os números caíssem.

A Adobe Analytics também registou vendas de Ação de Graças de 5,1 biliões de dólares no canal online, inalteradas em relação aos níveis do ano passado.

Os consumidores estão a ser estratégicos nas suas compras de presentes, comprando muito mais cedo na temporada e sendo flexíveis ao comprar para garantir que obterão os melhores negócios.

Vivek Pandya, analista principal, Adobe Digital Insights

As conclusões do estudo sugerem que os consumidores estão a comprar para o Natal há várias semanas e, ao contrário de outros anos, não se concentraram tanto nas mesmas datas. Este comportamento tem sido impulsionado pelas contínuas mensagens que os consumidores têm vindo a receber para fazer as suas compras antes dessas datas devido aos problemas na cadeia de abastecimento. De acordo com a Adobe, as mensagens de falta de stock em sites de retalho aumentaram 124% até sexta-feira em comparação com os níveis pré-pandémicos.

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