No dia do lançamento do novo ‘site’ do Plataforma Macau, a empresa adianta que vai apostar num novo projeto: em 2021, quer estabelecer a sua presença em Luanda e em São Paulo., depois de  Lisboa.

O Diretor Paulo Rego espera abrir novas representações do negócio, embora o modelo e a dimensão possam diferir.»Lisboa tem de estar autossustentada e, se estiver, quer dizer que estaremos a abrir em Luanda e São Paulo, o que já está a ser conversado«, salienta.


O projeto inicial arrancou em Macau, com um semanário bilingue (português-chinês) e, definiu-se pela criação de redes e parcerias com vários órgãos de comunicação social, sobretudo lusófonos e chineses. Atualmente, está à “procura de marcas, instituições, fundações, universidades, decisores políticos e económicos para encontrar formatos que sirvam a marca, estes ‘stakeholders’ e os clientes», diz Paulo. Rego.

Com 15 parceiros em Portugal, Brasil, Angola e China, está prevista a aposta em Cabo Verde, Moçambique; na área da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau e em nove cidades da província de Guangdong.

Com 700 mil visitantes únicos por mês e um grande número de parcerias, a abertura do novo ‘site’ é o início de um novo ciclo para a empresa que através de processos relacionais, comerciais e de novos formatos vai tentar responder à apetência pelo digital.

Disponível em, português, chinês (simplificado e tradicional) e inglês, o site’ vai disponibilizar conteúdos noticiosos gratuitos, apesar de ser esperado que também venha a ter conteúdos informativos pagos; uma vez que  estão focados na « relevância, nas audiências e na qualidade dos conteúdos que vamos oferecer«, afirma o diretor.

 

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