O movimento “Stop 5G Algarve”, organizado por um conjunto de cidadãos algarvios, tem como objetivo suspender, de forma imediata, o processo de instalação da tecnologia de telecomunicações de quinta geração.

Neste sentido, o grupo de residentes exige que haja uma discussão pública, séria e informativa, baseada em evidências científicas. Apelam, deste modo, à participação da população à mobilização da sociedade civil em torno da questão pois consideram que apresenta um risco para a saúde pública.


No nosso país, tem sido promovido junto do público a tecnologia de 5G, mas apenas se tem falado sobre os seus possíveis benefícios.

No entanto, não está a ser considerado o que a ciência aponta como efeitos biológicos negativos para a saúde, quando exposta à radiação eletromagnética artificial polarizada, que é utilizada nestas mesmas telecomunicações.

Assim, o foco destas preocupações assenta sobretudo no perigo da exposição média, no aumento da intensidade do sinal e os efeitos não-térmicos associados.

O Algarve é uma região procurada devido aos seus elevados padrões de saúde ambiental, livre de poluição industrial e de radiações nefastas e nesse sentido, é preciso ter em conta as evidências e proteger os cidadãos da tecnologia 5G e do aumento geral da poluição eletromagnética.

Em consequência, é pedido às entidades públicas que assumam a responsabilidade sobre o assunto e que respondam devidamente a todas as cartas, dúvidas e avisos que todos os cidadãos e cientistas estão a enviar.

Por fim, é exigido que o governo suspenda de imediato a implementação e teste da tecnologia 5G em Portugal e mencionada a aplicação imediata do Princípio da Precaução.

São vários os estudos científicos e os pareces das entidades que justificam esta tomada de posição pelo grupo, mas é de destacar A WHO/ Agência Internacional para a Investigação do Cancro IARC, que classifica a exposição à radiação de campos eletromagnéticos EMF como potencial cancerígeno em Humanos

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