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Durante o CES 2021, a maior feira de tecnologia do mundo com duração de 4 dias- este ano 100% online devido à pandemia causada pela COVID-19- Tony Shan, Head of Tmall Global, the Americas Alibaba Group, respondeu a Deborah Weinswing, CEO na Coresight Research após a sua apresentação das tendências no retalho na China e Estados Unidos, sobre as verdades ou mitos que existem sobre o grupo Alibaba.

Alibaba é a Amazon da China

Mito. «Não há comparação perfeita com o que fazemos aqui nos EUA, porque o ambiente retalhista em que operamos também é completamente diferente do da Amazon. Existem várias semelhanças, temos o negócio de e-commerce, entretenimento, computing, e até lojas brick and mortar, mas eu acho que a diferença mais importante é que somos um Marketplace, não somos um retalhista. Portanto nós só teremos sucessos se as marcas e retalhistas na nossa plataforma tiverem sucesso. Estamos totalmente alinhados com estes merchants que servimos e não competimos com eles. Tudo o que fazemos para inovar é para ajudá-los a construir a sua marca, relacionarem-se com os clientes na China e claro, para vender os seus produtos. Podemos pensar no Alibaba como um operador de um centro comercial online em que as marcas têm controlo total do aspeto e sensação das lojas, o relacionamento com o cliente, a imagem dos seus produtos e nós só proporcionamos infraestruturas e ferramentas de marketing para poder a ajudá-los a ser bem-sucedidos.»

Alibaba é só para marcas grandes

Mito. «Temos mais de 250 mil marcas na nossa plataforma. Marcas grandes, que são reconhecidas a nível global mas também pequenos negócios. E o facto é que as empresas com quem tenho trabalhado, nos últimos anos, são marcas pequenas ou emergentes. Eu acredito que nunca antes foi tão importante, ou tão fácil, paras as PMEs tornarem-se globais. Esta pandemia foi muito dura mas no sector retalhista global e os negócios de todos os tamanhos devem encontrar uma nova avenida para sobreviver. Existem duas grandes oportunidades neste momento: O mercado digital chinês e a transformação digital.»

Alibaba é uma empresa de ecommerce

Verdade. «Sim, mas para além disso somos uma companhia de tecnologia digital e queremos construir a infraestrutura futura do comércio. Nós operamos Marketplaces e tudo o que apoia estas plataformas, como ferramentas de marketing e cloud computing, data analytics, assim como logística e pagamentos, portanto esperamos que os consumidores tenham acesso a tudo, desde produtos físicos até produtos digitais.
O retalho mudou tão rapidamente, mais do que as pessoas repararam e a pandemia só veio acelerar ainda mais. Devido à COVID-19 os hábitos de consumos que estavam gravados em nós, foram destruídos. Agora que as pessoas descobriram o quão fácil e divertido são as compras online, é muito importante que as marcas tenham esse mindset digital e que proporcionem experiências digitais melhoradas para os consumidores online e offline.»

O 11.11 (Single’s Day) só para compras

Mito. «O 11.11 Global Shopping é um evento muito diferente das compras de Natal, Black Friday ou Cyber Monday aqui (nos Estados Unidos). Esses eventos são essencialmente momentos de descontos enquanto a abordagem do 11.11 é diferente, está relacionada com uma experiência de entretenimento para o consumidor. É como um Super Bowl para as marcas na China. É onde mostram as suas campanhas mais inovadoras, os lançamentos mais recentes dos seus produtos e usam as tecnologias que temos para contar o melhor possível as suas histórias e para se relacionarem com os consumidores.»

11.11 é só online

Mito. O impacto que o 11.11 tem reflete-se também nas lojas físicas e na procura de produtos em geral.

O Alibaba só é relevante na China

Mito. «Temos mais de 750 milhões de consumidores, a comprar nos nossos Marketplaces na China, mas ainda assim temos uma presença importante nos Estados Unidos. Milhares de marcas americanas e pequenas empresas, até agricultores, vão ao Alibaba para vender na China. No último ano, merchants americanos, venderam 40 mil milhões através do Alibaba para os consumidores chineses.»

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